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Nova rede social vai dividir lucro de anúncios com usuários

A UberMedia, criadora de vários aplicativos populares de redes sociais (como o Echonfon), lança nesta terça-feira uma nova rede, a Chime.in.
Fonte: Correio do Estado
O diferencial da novidade, segundo o CEO da empresa, Bill Gross, é que ela trabalhará com um sistema para pagar os usuários pelos posts. As informações são do Huffington Post.

O Facebook vem lucrando bilhões de dólares com os anúncios que aparecem ao lado das atualizações de seus mais de 800 milhões de usuários – mas eles, os usuários, não viram um centavo do dinheiro. O sistema é o mesmo em outras redes sociais, mas este cenário pode estar prestes a mudar, de acordo com Gross.

A rede – cuja página, até as 8h30 ainda não estava disponível online, mas já oferece aplicativo para iPhone na App Store – permitirá o compartilhamento de fotos, links, vídeos e textos de até dois mil caracteres, e devolverá aos usuários 50% da renda obtida com anúncios em seus perfis. Pessoas e empresas que venderem o espaço por elas mesmas ficam com 100% do valor da publicidade. “É uma guinada nas mídias sociais”, afirmou o CEO da UberMedia ao Huffington Post, “os interesses dos produtores de conteúdo finalmente estão alinhados com o do publisher, uma vez que ambos ganham alguma coisa pelo seu trabalho”.

Além de recompensar os usuários, o sistema de pagamento usa o dinheiro como atrativo para que as pessoas entrem na nova rede social e participem dela ativamente – o que tem sido um problema para as novatas: atrair público antes que uma grande massa de usuários já utilize o site.

Para Gross, a renda dividida com o usuário vai atrair conteúdos de qualidade ao Chime.in. “Quando há dinheiro envolvido, você consegue um nível de seriedade que não existe se não há pagamento”, afirma. O YouTube já aposta na mesma premissa, e paga aos usuários por conteúdos muito populares, na expectativa de que a qualidade dos vídeos seja uma preocupação na hora de produzir o material que será postado no site.

Empresas também se beneficiariam do novo sistema, garante o CEO, uma vez que poderiam efetivamente ter lucro com o conteúdo disponibilizado na rede, em vez de depender de seus sites oficiais – para onde os usuários nem sempre vão quando um link é compartilhado. Gross cita celebridades, produtoras de filme, série de TV e grupos de mídia como algumas das pessoas jurídicas que podem tirar proveito do sistema, e afirma que Disney, E! Entertainment, Universal Pictures e Bravo TV já se registraram na rede social.

Aliás, o executivo da UberMedia afirma que o Chime.in não é uma rede social, e sim uma rede de interesses. Tanto que o usuário pode criar até cinco tópicos de “interesses” para cada post (chamado de chime na rede), e é possível assinar feeds a partir dessas tags. Além disso, é possível seguir as pessoas, como no Twitter, mas com um filtro extra por conteúdo.

“As outras redes sociais são para se conectar a pessoas, enquanto o Chime.in é para se conectar a interesses e pessoas”, diz a página de suporte da novidade, segundo o TechCrunch. “As pessoas estão deixando de fazer buscas na web e optando por se conectar a outras pessoas que vão lhes dizer o que precisam saber”, resume Gross.

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Vincent Benedicto: Diretor de SEO (Search Engine Optimization) e Marketing Online da Griff Art & Design.

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